EVODUXProdutos de inteligência para custos assistenciais
Custo de procedimento cirúrgico hospitalar

Artroplastia total do quadril

EVX-ORT-ATQ-01-CPH · versão 1.0 · data-base set/2026 · produto licenciado

Análise de custos
Custo de procedimento cirúrgico hospitalar · Ortopedia
Artroplastia total primária do quadril
Custo de procedimento cirúrgico hospitalar sob a perspectiva do hospital: quanto custa realizar o procedimento, qual preço cobre esse custo com a margem desejada e quanto ele gera hoje em conta aberta.
Artroplastia total do quadril
Código EvoduxEVX-ORT-ATQ-01-CPH
Versão1.0
Data-baseSet/2026
Próxima atualizaçãoMar/2027

Leitura econômica do procedimento

Resumo do produto

ElementoReferência do produto
O que é o produtoCusto de procedimento cirúrgico hospitalar (CPH): custo do procedimento, estrutura hospitalar e resultado econômico do hospital
Base técnicaEVX-ORT-ATQ-01 · versão 1.0 · data-base set/2026
ProcedimentoArtroplastia total primária unilateral eletiva do quadril (ATQ)
Código TUSS30724058: Artroplastia (qualquer técnica ou versão de quadril), tratamento cirúrgico · CBHPM 5ª edição porte 11C
EspecialidadeOrtopedia
Escopo hospitalarComponente hospitalar do episódio, com OPME incluída
Honorários médicosNão incluídos no custo hospitalar (cirurgião, auxiliares e anestesiologista)
Preço de referência EvoduxR$ 41.329,12 (apartamento standard) · R$ 40.683,76 (enfermaria)
PermanênciaAté 2 diárias; UTI não programada
OPME principalComponente acetabular não cimentado poroso; haste femoral primária não cimentada modular; cabeça femoral cerâmica 32 mm, cone 12/14; liner em polietileno cross-linked XLPE; parafuso acetabular de fixação, até 2 unidades
Código e data-baseEVX-ORT-ATQ-01-CPH · versão 1.0 · data-base set/2026
Escopo do produto
Componente hospitalar do episódio, com OPME incluída. Honorários de cirurgião, auxiliares e anestesiologista não integram o custo hospitalar. Código TUSS de referência do procedimento: 30724058.

Como utilizar este produto

Um roteiro em seis etapas, do protocolo ao resultado econômico do hospital.

01Confirmar o caso índice

Verifique se os pacientes do hospital correspondem à ATQ primária, unilateral e eletiva que serve de referência ao custo.

02Revisar protocolo e custo

Leia os protocolos anestésico, cirúrgico e pós-operatório, informe o custo de aquisição do hospital e os códigos TUSS dos itens.

03Custear a estrutura

Informe centro cirúrgico, acomodação e custos operacionais no modo simplificado ou no custeio detalhado por centro de custo.

04Precificar o procedimento

Defina tributos e margem e obtenha o preço de equilíbrio e o preço do procedimento, comparados à referência Evodux e aos benchmarks.

05Medir a operação atual

Envie as contas reais do procedimento para cruzar a utilização com o protocolo e medir faturamento, receita líquida, custo e resultado.

06Avaliar propostas e acompanhar

Compare uma proposta da operadora com o seu custo, teste cenários e, após implantar, acompanhe previsto e realizado.

Quatro grandezas que o produto nunca mistura
Faturamento é o que o hospital cobra. Receita líquida é o que efetivamente recebe depois de glosas e ajustes. Custo é o valor dos recursos consumidos para realizar o procedimento. Resultado é a receita líquida menos tributos, encargos incidentes e custo. A conta hospitalar não é custo e o preço negociado não é custo.

Origem de cada informação

Dado EvoduxDado do hospitalConta importadaCalculadoBenchmark

Todo indicador com o botão i abre a rastreabilidade completa: dado de origem, fonte, premissa e fórmula.

Caso índice clínico

Premissas que orientam o protocolo-base e a precificação.

TUSS30724058 · CBHPM porte 11C
AnestesiaRegional neuraxial
Técnica cirúrgicaVia posterior · não cimentada
PremissaCaso índice Evodux
Paciente de referênciaAdulto; sexo masculino utilizado exclusivamente como referência de modelagem
Peso / altura / IMC70 kg / 1,75 m / 22,9 kg/m²
Condição clínicaCirurgia eletiva; paciente clinicamente estável
ComorbidadesSem comorbidade relevante capaz de modificar materialmente a jornada-base
Função renal e hepáticaSem disfunção relevante conhecida que exija protocolo econômico distinto
ProcedimentoATQ primária unilateral eletiva; via posterior como premissa-base
Código de referênciaTUSS 30724058: Artroplastia (qualquer técnica ou versão de quadril), tratamento cirúrgico. CBHPM 5ª edição: porte cirúrgico 11C, 3 auxiliares, porte anestésico 6. Referência para consulta; a codificação de autorização e faturamento permanece definida pela operadora e pelo prestador.
Técnica anestésicaAnestesia regional neuraxial como técnica de referência quando clinicamente adequada; anestesia geral permanece alternativa conforme avaliação anestésica. Sedação intravenosa titulada e analgesia multimodal.
Técnica cirúrgicaVia posterior como premissa de modelagem; fixação não cimentada, liner de polietileno XLPE e cabeça cerâmica. A decisão de via, tamanho, offset e par tribológico permanece cirúrgica.
OPMEPrótese total primária não cimentada; par XLPE/cerâmica.
UTINão programada
Permanência previstaAté 2 diárias
Regra do caso índice
O caso índice norteia o dimensionamento técnico e econômico. Via posterior, fixação e par tribológico são premissas de modelagem, não indicação clínica. Cefazolina-base: 2 g na indução para adulto de 70 kg. Ajustes por peso, alergia, colonização ou protocolo institucional seguem responsabilidade assistencial.

Como o caso índice deve ser usado

O caso índice é a referência do custo deste produto: ATQ primária, unilateral, eletiva, sem complexidade extraordinária previamente conhecida, com OPME padrão, UTI não programada e permanência de até duas diárias. Antes de comparar o custo de um episódio real com a referência, confirme se ele é comparável a esse caso.

Revisão, conversão, cirurgia bilateral, fratura, reconstrução acetabular, UTI programada, permanência prevista acima de duas diárias ou OPME de configuração superior descrevem outro procedimento ou outra jornada. Nesses casos, o custo deste produto não se aplica diretamente e a diferença não deve ser lida como desvio de protocolo.

Regra de uso
Usar o custo e o preço deste produto somente para episódios que correspondam ao caso índice. Episódios de outra natureza exigem o custo do procedimento correspondente.

Protocolo anestésico

O que será feito, como será realizado e quais recursos sustentam o caso índice.

AnestesiaRegional neuraxial
O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Avaliação e preparaçãoConfirmar enquadramento do caso índice e plano anestésico individual antes do início do procedimento.Ficha anestésica, avaliação pré-anestésica, acesso venoso e recursos de suporte. [A4]
Monitorização básicaMonitorar oxigenação, ventilação e circulação. Temperatura conforme risco. [A5]Capnografia em sedação profunda ou anestesia geral. Monitorização básica. [A5]
Anestesia do caso índiceUtilizar anestesia regional neuraxial como técnica de referência do protocolo quando clinicamente adequada; anestesia geral permanece alternativa conforme avaliação anestésica.Agulha espinhal e anestésico local para raquianestesia quando selecionada. [A1][A3]
Sedação intravenosaTitular sedação de acordo com resposta clínica e decisão do anestesiologista.Midazolam, propofol e outros fármacos previstos na composição econômica, quando utilizados.
Configuração de referência
Técnica de referência do protocolo: anestesia regional neuraxial associada à estratégia analgésica multimodal. A técnica definitiva deve ser definida pelo anestesiologista conforme avaliação individual e protocolo institucional.

Analgesia, suporte intraoperatório e recuperação pós-anestésica

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Analgesia multimodalCombinar analgésicos não opioides e adjuvantes; opioide como resgate.Paracetamol, AINE/COX-2, dexametasona. [A2][A3]
Fluidoterapia e suporteManter euvolemia e suporte conforme condição clínica e perdas previstas.Cristaloide; vasopressor se necessário e dispositivos. [A3]
Prevenção de náuseaAplicar antiemético conforme risco e protocolo institucional.Ondansetrona, dexametasona e adjuvantes. [A2][A3]
Controle térmicoEvitar hipotermia e manter aquecimento quando indicado.Manta térmica; controle de temperatura. [A6]
Transferência para RPATransferir após o ato anestésico e manter RPA até critérios institucionais.Monitorização, oxigênio e recursos da RPA. [A7]
Regra de modelagem
As quantidades de medicamentos e materiais utilizadas na precificação representam premissas econômicas do caso índice e não constituem prescrição individual.

Precificação do protocolo anestésico

Itens e custos do protocolo anestésico, com a referência Evodux e o custo do hospital.

Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.

Itens e custos do protocolo anestésico
Fonte econômica
Base Evodux de clientes, projetos, protocolos e referências de aquisição; data-base set/2026.
Apoio técnico-operacional: preparo, montagem e processamento de recursos exclusivos da anestesia.
Não corresponde a honorários do anestesiologista e não duplica infraestrutura do centro cirúrgico.
Dispositivos e materiais de monitorização
Fonte econômica
Base Evodux, data-base set/2026. Materiais devem corresponder à unidade de aquisição efetiva.
Materiais de preparo e administraçãoAbertura item a item
Subtotal protocolo anestésico
Fonte econômica
Seringas e agulhas estão abertas por apresentação, quantidade e preço unitário. Quantidades representam a composição econômica específica do ATQ primário unilateral. Referências de aquisição 2026 integram a data-base Evodux; OPS e hospital podem substituir pelos custos efetivos. Honorários do anestesiologista não integram o subtotal.

Referências bibliográficas do protocolo anestésico

Literatura técnico-científica utilizada e sua aplicação específica no protocolo.

A1
NICE. Joint replacement (primary): hip, knee and shoulder. NG157. London: NICE; 2020.
Aplicação: sustenta anestesia regional ou geral na ATQ eletiva. A escolha depende do paciente, da equipe e do protocolo institucional. www.nice.org.uk/guidance/ng157
A2
Carella M et al.; PROSPECT Working Group. Guideline para artroplastia total do quadril. Anaesthesia. 2026. doi:10.1111/anae.70299. PMID: 42473710.
Aplicação: analgesia multimodal, dexametasona e estratégia poupadora de opioides. Opioide permanece como resgate no protocolo. Atualiza técnicas analgésicas regionais aplicáveis à ATQ. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42473710
A3
Wainwright TW et al. ERAS® Society recommendations for THR/TKR. Acta Orthop. 2020;91(1):3-19. PMID: 31663402.
Aplicação: cuidado perioperatório estruturado, mobilização precoce e recuperação. Inclui manejo de fluidos e organização da jornada assistencial. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31663402
A4
ASA. Basic Standards for Preanesthesia Care. Updated Oct 15, 2025.
Aplicação: avaliação pré-anestésica, revisão clínica e plano anestésico. Documentação pré-procedimento conforme padrão ASA. www.asahq.org/standards-and-practice-parameters/basic-standards-for-preanesthesia-care
A5
ASA. Standards for Basic Anesthetic Monitoring. Updated Oct 15, 2025.
Aplicação: monitorização de oxigenação, ventilação, circulação e temperatura durante anestesia e sedação. www.asahq.org/standards-and-practice-parameters/standards-for-basic-anesthetic-monitoring
A6
NICE. Hypothermia: prevention and management in adults having surgery. CG65.
Aplicação: prevenção de hipotermia, aquecimento e controle térmico. www.nice.org.uk/guidance/cg65
A7
ASA. Standards for Postanesthesia Care. Updated Oct 23, 2024.

Configuração anestésica e aderência bibliográfica

Delimitação entre as recomendações consultadas e a configuração efetivamente precificada.

Configuração precificada
Versão-base: anestesia regional neuraxial quando clinicamente adequada, sedação intravenosa quando utilizada e analgesia multimodal. Anestesia geral permanece alternativa clínica conforme avaliação. A escolha definitiva é do anestesiologista e do protocolo institucional.
Aderência bibliográfica / componentes não incluídos
A literatura admite modalidades alternativas e estratégias regionais diversas. Somente os componentes explicitamente apresentados nas tabelas estão precificados nesta versão-base.
Regra para customização
Inclusão de recurso anestésico adicional exige definição prévia de técnica, medicamentos, materiais, quantidades e custos antes da implantação. Mudanças entre modalidades já previstas não abrem exceção automática.

Protocolo cirúrgico

Técnica do caso índice descrita pelo que será feito, como e com quais recursos.

Técnica cirúrgicaVia posterior · não cimentada
O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Preparação do membro e campoPosicionar paciente; decúbito lateral; campo estéril.Antisséptico, clipper se necessário, campos estéreis, aventais, luvas e cobertura do membro. [C3] Cefazolina conforme protocolo.
Acesso e exposiçãoAbordagem posterior como configuração econômica do caso índice.Bisturi, eletrocautério, afastadores, aspiração e instrumental. [C1]
Luxação e osteotomiaLuxar a articulação e realizar osteotomia do colo femoral conforme planejamento.Serra oscilante; instrumental. [C2]
Preparo acetabularExpor o acetábulo e realizar fresagem progressiva conforme planejamento.Fresas, irrigação, aspiração. [C2]

Artroplastia total primária unilateral do quadril; via posterior, fixação não cimentada, liner de polietileno XLPE e cabeça cerâmica como premissas econômicas Evodux. A decisão de via, tamanho, offset e par tribológico permanece cirúrgica.

Implantação acetabular, preparo femoral e provas

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Implantação acetabularImpactar componente acetabular não cimentado em posição planejada.Acetabular; parafusos se usados. [C2]
Inserção do linerAcoplar liner compatível ao componente acetabular.Liner XLPE e checagem de compatibilidade. [C2]
Preparo femoralAbrir canal femoral; raspar até estabilidade.Rasps femorais, impactadores e instrumental. [C2]
ProvasRedução de prova e avaliação de estabilidade, comprimento, offset e amplitude.Haste/cabeça de prova e instrumental de medida. [C2]

Implantação, hemostasia, fechamento e transferência

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Implantação dos componentesInserir haste definitiva não cimentada e liner/cabeça. Reduzir e checar estabilidade.Haste, cabeça, liner, acetabular e instrumental. [C2]
Conservação sanguíneaÁcido tranexâmico conforme condição clínica e protocolo institucional.Até 2 g no total; via e fracionamento seguem protocolo. [C4]
Irrigação e hemostasiaLavagem final, revisão do campo e hemostasia antes do fechamento.Soro fisiológico, aspiração e eletrocautério. [C3][C4]
Fechamento por planosSíntese de cápsula e tecidos por planos conforme técnica institucional.Poliglactina 910 nº 1, poliglactina 910 2-0 e nylon 3-0 para pele.
Curativo e transferênciaAplicar curativo e proteção; transferir o paciente para recuperação pós-anestésica.Curativo, bandagem e transporte intra-hospitalar.
Segurança e checagem de implantes
Realizar verificação antes da implantação e antes do fechamento, confirmando componente, lateralidade, tamanho, validade, esterilidade e compatibilidade. [C2]

Precificação do protocolo cirúrgico

Itens diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.

Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.

Itens diretamente consumidosParte 1 de 2
Fonte econômica
Base Evodux de clientes, projetos, protocolos, pacotes e referências de aquisição; data-base set/2026. Cefazolina 2 g é premissa econômica para adulto de 70 kg; dose efetiva considera peso, alergias, colonização e protocolo institucional. Estrutura de CC, equipe operacional e equipamentos fixos aparecem em custos operacionais.
Itens diretamente consumidosParte 2 de 2
Subtotal protocolo cirúrgico
Fonte econômica
Base Evodux, data-base set/2026. Honorários do cirurgião e auxiliares não integram o subtotal.

Precificação da OPME

Configuração padrão do caso índice e regra econômica para variações.

Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.

OPME padrão do caso índice
Subtotal OPME padrão
Dentro do custo padrão
  • Variação rotineira de marca na mesma categoria técnica
  • Substituição equivalente
  • 0 a 2 parafusos absorvidos
Outra configuração: custear à parte
  • Dupla mobilidade
  • Haste especial ou revisional
  • Cerâmica-cerâmica
  • Componente adicional justificado
Fonte econômica
Base Evodux e referências de aquisição; data-base set/2026. Configuração superior deve ser custeada separadamente.

Como interpretar a OPME padrão

A configuração de OPME desta versão é a referência econômica do caso índice: componente acetabular não cimentado poroso, haste femoral primária não cimentada modular, cabeça femoral cerâmica de 32 mm com cone 12/14, liner em polietileno cross-linked XLPE e até dois parafusos acetabulares. Essa combinação organiza a precificação do custo; não deve ser apresentada como marca obrigatória nem como recomendação clínica universal.

Variação rotineira de marca dentro da mesma categoria, substituição equivalente sem mudança de categoria e uso de zero a dois parafusos não alteram o custo de referência de forma material. Dupla mobilidade, haste especial, implante customizado ou revisional, cerâmica-cerâmica e componente adicional representam outra configuração e devem ser custeados à parte, no protocolo institucional ou no custo do procedimento correspondente.

As referências atuais sustentam a ATQ, a segurança do processo e elementos do cuidado perioperatório, mas não tornam obrigatória a combinação exata de fixação, cabeça cerâmica e liner XLPE. Esta é a configuração Evodux adotada para modelagem técnico-econômica do caso índice; alternativas clinicamente adequadas podem ser avaliadas conforme equivalência e justificativa, com o custo recalculado no protocolo institucional.

Referências bibliográficas do protocolo cirúrgico

Literatura técnico-científica utilizada no protocolo cirúrgico.

C1
Supra R, Supra R, Agrawal DK. Surgical Approaches in Total Hip Arthroplasty. J Orthop Sports Med. 2023;5(2):232-240. doi:10.26502/josm.511500106. PMID:37388321. PMCID:PMC10310317.
Aplicação: descreve vias de acesso na ATQ, incluindo via posterior; via posterior é premissa do caso índice, não recomendação universal. pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10310317/
C2
NICE. Joint replacement (primary): hip, knee and shoulder. NG157. London: NICE; 2020.
Aplicação: sustenta abordagem posterior e checagem de implantes; não obriga fixação, cabeça cerâmica ou liner XLPE. www.nice.org.uk/guidance/ng157/chapter/Recommendations
C3
World Health Organization. Global guidelines for prevention of surgical site infection. 2nd ed. Geneva: WHO; 2018. ISBN 978-92-4-155047-5.
Aplicação: sustenta preparo de pele, clipper quando necessário e medidas de prevenção de infecção do sítio cirúrgico. www.who.int/publications/i/item/9789241550475
C4
NICE. Joint replacement (primary): hip, knee and shoulder. NG157. London: NICE; 2020.
Aplicação: sustenta ácido tranexâmico na ATQ primária eletiva. A via e a composição econômica seguem o protocolo institucional. www.nice.org.uk/guidance/ng157
C5
Wainwright TW et al. ERAS® Society recommendations for THR/TKR. Acta Orthop. 2020;91(1):3-19. PMID: 31663402.
Aplicação: sustenta cuidado perioperatório estruturado, recuperação, manejo de fluidos e organização da jornada, sem impor implantes. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31663402
Leitura das referências
Fontes sustentam premissas técnicas usadas na modelagem econômica. Alternativas válidas não tornam a configuração-base obrigatória.

Protocolo pós-operatório

O que será feito, como será conduzido e quais recursos compõem a internação índice.

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Recuperação pós-anestésicaManter monitorização e controle clínico até critérios institucionais de transferência para a unidade de internação.Monitorização, oxigênio quando necessário, analgesia e antieméticos. [A7][P1]
Controle de dorAplicar analgesia multimodal e utilizar opioide como resgate quando necessário.Paracetamol, AINE quando apropriado, dexametasona, crioterapia e opioide de resgate. [P2]
Profilaxia tromboembólicaAvaliar risco de TEV e sangramento e aplicar tromboprofilaxia conforme protocolo institucional.Rivaroxabana na internação; alternativas conforme protocolo. [P3][P6]
Mobilização precoceIniciar mobilização e reabilitação no dia da cirurgia quando possível ou em até 24 horas.Fisioterapia, auxílio para marcha e orientações funcionais. [P1][P4]
Janela do caso índice
RPA até 2 horas e internação prevista em até 2 diárias. Permanência diferente altera o custo de internação e pode ser simulada em Cenários.

Internação, exames, alta e continuidade assistencial

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Antibioticoprofilaxia perioperatóriaCefazolina antes da incisão, conforme peso, alergias e protocolo institucional. Redose quando indicada por duração ou perda. Sem dose pós-operatória rotineira. [P5]Cefazolina pré-incisão no protocolo cirúrgico. Sem rotina pós-operatória. [P5]
Hidratação e dietaProgredir hidratação/dieta conforme tolerância.Soluções intravenosas e dieta hospitalar. [P1]
Exames de controleExames previstos em protocolo institucional quando necessários.Hemograma e RX pelve AP + quadril perfil.
Avaliação de altaVerificar dor, mobilidade, ferida, estabilidade e orientações de alta.Avaliação e orientações de alta. [P1][P4]
Continuidade após altaOrientar reabilitação e tromboprofilaxia conforme prescrição, fora deste custo hospitalar.Plano de alta e seguimento. [P3][P4][P6]
Limite financeiro
Reabilitação ambulatorial, fisioterapia e tromboprofilaxia após a alta não integram este custo hospitalar.

Precificação do protocolo pós-operatório

Recursos diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.

Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.

Recursos diretamente consumidosParte 1 de 2
Fonte econômica
Base Evodux de clientes, projetos, protocolos e referências de aquisição; data-base set/2026. Cefazolina-base contabilizada no protocolo cirúrgico como 2 g pré-incisão; não há dose pós-operatória rotineira. Redose, se indicada, segue protocolo institucional.
Recursos diretamente consumidosParte 2 de 2
Subtotal protocolo pós-operatório
Fonte econômica
Base Evodux, data-base set/2026. RPA e acomodação são apresentados separadamente como componentes de custo hospitalar.

Referências bibliográficas do protocolo pós-operatório

Literatura técnico-científica utilizada no protocolo pós-operatório.

P1
Wainwright TW et al. ERAS® Society recommendations for THR/TKR. Acta Orthop. 2020;91(1):3-19. PMID: 31663402.
Aplicação: sustenta recuperação perioperatória estruturada e manejo de fluidos e critérios de recuperação. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31663402
P2
Carella M et al.; PROSPECT Working Group. THA pain management. Anaesthesia. 2026. doi:10.1111/anae.70299. PMID: 42473710.
Aplicação: analgesia multimodal, dexametasona e estratégia poupadora de opioides com resgate. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42473710
P3
NICE. Venous thromboembolism in over 16s: reducing hospital-acquired DVT/PE. NG89. London: NICE; 2018.
Aplicação: avaliação de risco de TEV/sangramento e definição de profilaxia para artroplastia eletiva do quadril. www.nice.org.uk/guidance/ng89
P4
NICE. Joint replacement (primary): hip, knee and shoulder. NG157. London: NICE; 2020. QS206, Statement 5.
Aplicação: reabilitação na internação, mobilização precoce e orientação para continuidade assistencial antes da alta. www.nice.org.uk/guidance/ng157
P5
Calderwood MS et al. Estratégias para prevenir infecção de sítio cirúrgico. Infect Control Hosp Epidemiol. 2023;44(5):695-720. PMID:37137483.
Aplicação: profilaxia pré-incisão, dose por peso e suspensão ao fechamento. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37137483
P6
Kopp SL et al. Anestesia regional em pacientes em terapia antitrombótica. ASRA guidelines, 5ª ed. Reg Anesth Pain Med. 2025. PMID:39880411.
Aplicação: segurança neuraxial em pacientes anticoagulados. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39880411

Custo do procedimento

Consolidação dos três protocolos precificados e da OPME, na referência Evodux e no custo do hospital.

Custo do procedimento
O que este valor representa
O custo do procedimento reúne os recursos assistenciais diretamente consumidos no caso índice. Centro cirúrgico, RPA, acomodação, impostos e margem não estão incluídos nesta etapa.

Custos operacionais hospitalares

A estrutura que o hospital mantém para realizar o procedimento: sala, recuperação, leito, esterilização, equipamentos, logística e administração. Cada hospital tem o seu custo.

Referência Evodux
ComponentePremissaValor
Centro cirúrgico: custo-hora2,5 h × R$ 1.300,00/hR$ 3.250,00
Rateio operacional5% do custo total (custo do procedimento + centro cirúrgico + acomodação)R$ 1.601,01 (apartamento) · R$ 1.576,01 (enfermaria)
Custos operacionaisTotalR$ 4.851,01 (apartamento) · R$ 4.826,01 (enfermaria)
Cada hospital tem o seu custo
Os custos operacionais variam entre hospitais conforme estrutura, porte, produtividade, contratos e tributação. Os valores acima são referência Evodux: cada hospital deve substituir o custo-hora do centro cirúrgico e o percentual de rateio pelos seus custos efetivamente apurados.
Como o custo operacional é calculado
Centro cirúrgico: tempo de sala do caso índice (2,5 h) multiplicado pelo custo-hora de referência (R$ 1.300,00/h), incluindo sala física, utilidades, higienização, gases, apoio predial e depreciação-base. Rateio operacional: 5% sobre o custo total do episódio (custo do procedimento + centro cirúrgico + acomodação), representando de forma simplificada os demais custos operacionais do hospital, sem abertura item a item. Cada custo aparece uma vez; recursos já absorvidos não são recobrados como extra.

Custeio do hospital

Tempos e permanência do caso índice

Direcionadores que convertem a estrutura em custo do episódio. Em branco, vale a referência do protocolo Evodux.

Modo simplificado

Referência simplificada Evodux. Pode ser substituída pelo custeio próprio da instituição.
Inclui sala física, utilidades, higienização, gases, apoio predial e depreciação-base
Leito, enfermagem de rotina, hotelaria, higienização e apoio geral; dieta fora

No modo simplificado a RPA, a CME, os equipamentos, a logística e o overhead não têm linha própria: estão representados pelo rateio. Para abri-los, utilize o custeio hospitalar detalhado.

Resultado do custeio operacional

Acomodação

A internação é apresentada separadamente para permitir duas configurações de contratação.

AcomodaçãoReferência EvoduxPermanênciaTotal
Enfermaria / unidade adulta não críticaR$ 1.100,00/dia2 diáriasR$ 2.200,00
Apartamento standardR$ 1.350,00/dia2 diáriasR$ 2.700,00
Configuração do caso índice
Apartamento standard por até 2 diárias. A versão em enfermaria utiliza o mesmo protocolo assistencial e altera apenas o componente de acomodação.
O que a acomodação inclui
Leito/quarto, enfermagem de rotina, hotelaria, higienização e apoio geral da unidade. Dieta está precificada separadamente no protocolo pós-operatório e não integra a diária.
Contagem das diárias
Regra-base Evodux: 1ª diária = admissão até 24 h; 2ª diária = 24 h a 48 h; a 3ª diária é aberta após 48 h da admissão. A regra pode ser substituída pela convenção contratual da OPS e do hospital.

Composição de preço do procedimento

Duas configurações de acomodação, com a mesma metodologia de impostos e margem.

Apartamento standard
Custo do procedimentoR$ 26.070,23
Custos operacionais hospitalaresR$ 4.851,01
Acomodação · apartamento standardR$ 2.700,00
Custo hospitalar totalR$ 33.621,24
Impostos · premissa de modelagem 8,65%R$ 3.574,97
Margem hospitalar · 10%R$ 4.132,91
Preço do procedimentoR$ 41.329,12
Enfermaria
Custo do procedimentoR$ 26.070,23
Custos operacionais hospitalaresR$ 4.826,01
Acomodação · enfermariaR$ 2.200,00
Custo hospitalar totalR$ 33.096,24
Impostos · premissa de modelagem 8,65%R$ 3.519,15
Margem hospitalar · 10%R$ 4.068,38
Preço do procedimentoR$ 40.683,76
Diferença entre as configuraçõesR$ 645,36Apartamento em relação à enfermaria
Leitura
A diferença entre as configurações decorre apenas da acomodação. Impostos devem refletir a carga efetiva do hospital. Margem de 10% = margem sobre a receita do episódio.

Estes valores são a referência Evodux. O custo e o preço do hospital, com os seus próprios dados, estão em e em .

Precificação do procedimento

Do custo hospitalar total ao preço do procedimento, com tributos e margem do hospital. A margem é calculada sobre a receita, nunca somada ao custo.

Identificação do procedimento

Base técnica: TUSS 30724058

Premissas de preço do hospital

Substitua pela carga efetiva do hospital
Sobre a receita
Custos financeiros, inadimplência
Preço do procedimento

Composição do preço

Preço por margem

Posicionamento do preço

Preço de tabela do hospital

Códigos TUSS dos itens

Fórmulas aplicadas

Custo do hospital × referência Evodux

Custo assistencial direto somado à estrutura hospitalar imputada ao episódio. Este é o valor que a receita do procedimento precisa cobrir antes de tributos e margem.

Estrutura do custo: referência Evodux × hospital

A referência Evodux v1.0 não possui linhas próprias de RPA, CME, equipamentos e overhead: esses custos estão representados de forma simplificada pelo rateio operacional de 5% sobre custo direto, centro cirúrgico e acomodação. Por isso, quando o hospital abre esses centros no modo detalhado, a comparação linha a linha deve ser lida junto com a linha de rateio.

Base dos Benchmarks Evodux

Base proprietária Evodux composta por episódios qualificados e comparáveis ao caso índice deste produto.

17instituições hospitalares
212cirurgias comparáveis
12meses de observaçãojul/2025 a jun/2026
Critério de composição
Os episódios são submetidos a critérios de elegibilidade, padronização de escopo e consolidação por instituição antes da formação dos benchmarks.

Como o benchmark é construído

Metodologia de formação das referências de preço por perfil hospitalar.

  1. Seleção de cirurgias comparáveis ao caso índice.
  2. Padronização de escopo, OPME, permanência e componentes econômicos.
  3. Consolidação dos episódios por instituição, evitando concentração por volume.
  4. Classificação dos hospitais por estrutura, hotelaria, porte e acreditação.
  5. Formação das referências P1, P2 e P3 dentro de cada perfil.

Benchmarks Evodux · P1 · P2 · P3

Referências de preço do procedimento por perfil hospitalar Evodux.

Base dos benchmarks
Base Evodux; ref. jul/2025 a jun/2026. Referências para artroplastia total primária do quadril com OPME incluída e honorários médicos excluídos. P1, P2 e P3 variam por porte, hotelaria e acreditação.

Posição da proposta e do custo do hospital

Critérios dos perfis P1, P2 e P3

A classificação hospitalar combina três dimensões estruturais; não é percentual aplicado ao custo.

Porte
Complexidade e escala relativa da estrutura hospitalar considerada no benchmark.
Hotelaria
Padrão de acomodação e serviços de hotelaria incorporados à experiência hospitalar.
Acreditação
Nível de acreditação e requisitos de estrutura/processos considerados na classificação.
Como aplicar
P1, P2 e P3 representam perfis hospitalares do mesmo procedimento. P1 corresponde ao perfil de menor estrutura relativa; P2 ao perfil intermediário e referência central; P3 ao perfil de maior estrutura relativa. A classificação resulta da combinação de porte, hotelaria e acreditação, mantendo a mesma configuração técnica do caso índice e a OPME padrão.
Não são percentis
P1, P2 e P3 não representam percentis estatísticos, quartis, multiplicadores ou percentuais sobre o custo do procedimento. São Benchmarks Evodux de preço por perfil hospitalar.

Conta hospitalar atual

Como o procedimento é faturado e recebido hoje em fee for service. Estes dados vêm do faturamento do hospital: envie a conta do procedimento ou informe as médias do período.

Enviar a conta atual do hospitalEnvie a conta do procedimento em PDF (ou XLSX/CSV). A conta é lida, classificada e cruzada com o protocolo e os custos Evodux. Nome, CPF e demais identificadores do paciente são descartados na leitura.

Ou informe as médias do faturamento

Médias do período analisado

Se em branco: faturado menos glosa
Se em branco: custo hospitalar total do produto
Tratados como repasse

Composição média da conta faturada

Em branco: mesma premissa da precificação

Análise econômica da operação atual

Resultado do procedimento hoje, em conta aberta: quanto é faturado, quanto chega ao caixa, quanto custa e quanto sobra.

Pacote de cirurgia particular

Orçamento do procedimento para o paciente particular: três opções com acomodação, OPME, tempo de sala e diárias, proteção pelas contas reais, condições do pacote e de pagamento.

Como o orçamento é montado
Três opções para o paciente, que variam no que ele recebe: acomodação, configuração de OPME, tempo de sala e diárias incluídos. Todas usam os mesmos custos-base do hospital e as mesmas premissas de custo operacional, imposto e margem. A proteção contra intercorrências pode vir das contas reais do hospital. O orçamento sai com as condições do pacote, os preços dos adicionais e as condições de pagamento.

1. Custos-base do hospital

GrupoBase de cálculoCusto unitário (R$)Origem
Taxa de salaCusto-hora da sala cirúrgica
Diária · Apartamento standardCusto da diária
Diária · EnfermariaCusto da diária
Materiais e medicamentosProtocolos anestésico, cirúrgico e pós-operatório
OPME padrãoConfiguração do caso índice
Exames e avaliação pré-operatóriaHospital
Cirurgião
Auxiliares
Anestesiologista

2. Proteção contra intercorrências

Reserva

3. Premissas de preço do hospital

4. Três opções para o paciente

5. Condições de pagamento

Em branco: à vista sem a taxa do cartão

6. Comparação com a conta aberta do hospital

7. Condições do pacote e adicionais

Não incluído no pacote

Preço dos adicionais

8. Orçamento para o paciente

9. Projeção

10. Referências de preço particular e de mercado

Fórmulas aplicadas

Análise de conta cirúrgica

Transforme contas hospitalares reais do procedimento em inteligência econômica: o que foi utilizado frente ao protocolo, quanto custou economicamente cada episódio e como ele se comportaria se fosse remunerado por uma proposta de pacote da operadora.

Proteção de dados. A análise é centrada no procedimento e no consumo de recursos. Colunas e linhas com nome, CPF, carteirinha, prontuário, data de nascimento e outros identificadores são descartadas na importação. Cada conta recebe um identificador técnico de episódio (EP-001, EP-002...). As linhas anonimizadas são salvas com segurança na área do hospital.

Arraste contas em PDF, XLSX ou CSV

Uma conta por arquivo. Em XLSX ou CSV, uma coluna de episódio ou atendimento permite importar várias contas no mesmo arquivo.

Como a leitura funciona

XLSX e CSV: o cabeçalho é identificado automaticamente (descrição, quantidade, unidade, valor unitário, valor total, grupo). PDF: o texto é extraído no navegador e as linhas com descrição e valores são estruturadas; PDFs digitalizados como imagem exigem OCR prévio. Cada item é classificado nas categorias econômicas Evodux por dicionário técnico e comparado com os itens do protocolo. Nenhuma classificação é considerada definitiva antes da validação do usuário.

Integração com leitura por IA: o produto está preparado para receber a extração de um serviço de IA configurado pelo hospital (função extrairComIA). Sem esse serviço configurado, a leitura é feita pelo motor local descrito acima.

Pacote proposto pela operadora

Informe a proposta recebida. O produto calcula receita, resultado e margem do hospital, o preço de equilíbrio e o preço necessário para a margem-alvo.

Substitua pela carga efetiva do hospital
Obrigatório quando incluídos
Prazo, antecipação, inadimplência
Em branco: mensal × 12

Conta aberta × pacote

O mesmo procedimento em dois modelos de remuneração: o que o hospital recebe e ganha hoje em fee for service e o que passaria a receber e ganhar no pacote proposto.

Volume

Em branco: mensal × 12

Preço, margem e ponto de equilíbrio

O preço mínimo que cobre custo e encargos e o preço que entrega a margem desejada, calculados com a margem sobre a receita, nunca somando percentual ao custo.

Margem-alvo

Faixa de negociação

A régua mostra a posição econômica de cada valor. Ela não indica se a proposta deve ser aceita ou recusada: essa decisão é do hospital.

Cenários e sensibilidade

Altere premissas de consumo, custo, preço e volume e veja o efeito imediato sobre custo, resultado e margem. Os valores iniciais são os do cenário atual do hospital.

Sensibilidade do resultado por episódio a uma variação de 10% em cada direcionador

Risco econômico do pacote

No pacote, a variação de consumo deixa de gerar receita adicional e passa a afetar diretamente o resultado do hospital. Estes cenários mostram quanto a margem depende da utilização.

Variabilidade do custo por episódio

Informe a distribuição do custo por episódio apurada pelo hospital ou utilize as contas analisadas. Com dados individuais, a distribuição é calculada automaticamente.

Preparação para negociação

Preparação econômica do hospital para negociar o pacote: posição da proposta, argumentos baseados em custo, riscos e cláusulas que protegem o resultado.

Cláusulas a pactuar

Registre a situação de cada ponto na negociação. As regras abaixo são as da base técnica Evodux; onde a base não define regra, o ponto aparece como a pactuar.

Roteiro de implantação

Como levar o produto do diagnóstico à operação: fases, responsáveis e entregas mínimas.

01Diagnóstico

Confirmar que a população que o hospital pretende operar corresponde ao caso índice. Enviar contas históricas do procedimento e cruzar a utilização real com o protocolo Evodux.

02Custeio

Substituir os custos unitários Evodux pelos custos de aquisição do hospital e custear a estrutura: centro cirúrgico, RPA, internação e custos operacionais.

03Alinhamento clínico

Apresentar o protocolo às equipes assistenciais, identificar onde a prática atual diverge da referência e levar cada divergência à governança clínica.

04Aprovação de protocolo

Quando a prática do hospital for mantida e diferir da referência, aprovar a divergência, registrar a versão e ativar o protocolo institucional, que recalcula o custo.

05Precificação

Definir o preço do procedimento a partir do custo, dos tributos e da margem, e compará-lo com a conta atual, os benchmarks e eventuais propostas da operadora.

06Parametrização operacional

Atualizar kit cirúrgico e OPME padrão, prescrição de referência, cadastro de itens com código TUSS e tabela de preços do hospital.

07Piloto

Acompanhar os primeiros episódios caso a caso: consumo, tempo de sala, RPA, permanência, exceções e resultado econômico, comparando previsto e realizado.

08Revisão periódica

Revisar custo, protocolo e indicadores no rito definido pela governança. Atualização de preço não altera o protocolo; alteração de protocolo exige revisão da precificação.

Papéis e responsabilidades

ÁreaResponsabilidade na implantação
Direção executivaPatrocina a implantação, aprova a decisão econômica e as mudanças de protocolo com impacto financeiro relevante.
Direção técnica / clínicaCoordena a governança clínica e responde pela aprovação técnica do protocolo institucional.
Coordenação de ortopediaValida a técnica cirúrgica, a configuração de OPME e as justificativas de exceção e reclassificação.
AnestesiologiaValida a técnica anestésica, a analgesia e os recursos anestésicos precificados.
Enfermagem do centro cirúrgico e da internaçãoValida tempos, RPA, cuidados de enfermagem e rotinas de mobilização e alta.
Farmácia e suprimentosParametriza kits, medicamentos, materiais e OPME; fornece custos de aquisição.
Controladoria e custosInforma custos próprios, custeio por centro de custo e acompanha previsto × realizado.
FaturamentoParametriza a tabela de preços e os códigos TUSS do procedimento e dos itens.
Qualidade e segurança do pacienteAcompanha os indicadores assistenciais e os eventos adversos relacionados ao procedimento.
Relacionamento com operadorasConduz a discussão comercial com a operadora a partir da análise econômica aprovada internamente.

Entregas mínimas da implantação

Marque cada entrega concluída. O registro fica salvo neste navegador e entra nos cenários salvos e na exportação de dados.

Regra de implantação
A alteração de valores econômicos não modifica automaticamente o caso índice, o protocolo, as quantidades, a configuração clínica ou as regras de elegibilidade. Mudanças clínicas, alterações relevantes de OPME e ampliação do escopo devem ser avaliadas separadamente e formalmente aprovadas.

Governança clínica

Como o hospital garante que o protocolo é seguido com segurança, que as exceções são decididas por quem tem responsabilidade clínica e que o resultado econômico não é obtido à custa da qualidade.

Princípio
A configuração do produto é uma referência técnico-econômica do caso índice. Ela não deve ser utilizada como protocolo médico obrigatório nem como justificativa para impedir uma alternativa clinicamente necessária. A decisão de via, tamanho, offset e par tribológico permanece cirúrgica; a técnica anestésica definitiva é do anestesiologista.
Separação de decisões
Decisão clínica é das áreas assistenciais. Controladoria, faturamento e relacionamento com operadoras apoiam com a leitura econômica, mas não decidem conduta. Indicadores não alteram remuneração automaticamente.

Comitê de governança clínica do protocolo

Composição
Direção técnica (coordenação), coordenação de ortopedia, anestesiologia, enfermagem do centro cirúrgico e da internação, farmácia, qualidade e segurança do paciente. Controladoria participa como apoio econômico.
Atribuições
Validar a aderência do protocolo; analisar desvios; decidir exceções e reclassificações; aprovar mudanças de protocolo; acompanhar indicadores assistenciais; registrar decisões e responsáveis.
Rito
Reunião de implantação antes do primeiro caso. Acompanhamento mensal nos primeiros meses. Revisão econômico-assistencial trimestral ou conforme o volume. Revisão extraordinária diante de evento adverso relevante.
Registro
Toda decisão gera registro com data, episódio ou tema, decisão, justificativa e responsável. Decisões que alteram o protocolo seguem o fluxo de aprovação de protocolo divergente.

O que a governança clínica acompanha

TemaO que observarOnde no produto
Aderência ao caso índiceEpisódios custeados como ATQ primária que não correspondem ao caso índice.
Aderência ao protocoloUtilização real de medicamentos, materiais e OPME frente à referência.
Tempos e permanênciaTempo de sala acima de 2,5 h, RPA acima de 2 h e permanência acima de 2 diárias.
OPMEUpgrades, componentes adicionais e mais de dois parafusos, com justificativa.
Qualidade e segurançaTransferência não programada para UTI, reoperação, uso de sangue, readmissão, infecção e evento tromboembólico relacionados ao procedimento.

Registro de decisões da governança clínica

Aprovação de protocolo divergente

O que fazer quando a prática atual do hospital difere do protocolo de referência Evodux.

Quando se aplica
Sempre que a prática atual do hospital divergir da referência em técnica, recurso, quantidade, OPME, tempo de sala, RPA ou permanência, e o hospital pretender manter essa prática no procedimento que será custeado.

Primeiro, classificar a divergência

Equivalência
Recurso diferente com a mesma função e categoria técnica, sem aumento de custo relevante (por exemplo, marca equivalente de OPME). Registra-se a equivalência; não há novo protocolo.
Protocolo institucional
Diferença de técnica ou recurso com justificativa clínica institucional. Exige protocolo institucional aprovado, versionado e com o custo recalculado.
Fora do caso índice
A divergência muda a população ou a jornada (UTI programada, bilateral, revisão, fratura, reconstrução). Não é mudança de protocolo: o episódio exige o custo de outro procedimento.

Fluxo de aprovação

  1. Identificação. A divergência é identificada pela equipe assistencial, pela análise de contas ou pela controladoria e registrada como solicitação.
  2. Dossiê técnico. Descrição da prática atual e da referência Evodux, justificativa clínica, referências bibliográficas, itens e quantidades afetados e impacto esperado em segurança.
  3. Avaliação econômica. Diferença de custo por episódio calculada no produto, com efeito sobre custo hospitalar total, preço do procedimento e margem.
  4. Parecer da governança clínica. O comitê avalia o dossiê e emite parecer técnico.
  5. Aprovação formal. Direção técnica aprova o protocolo; direção executiva aprova quando houver impacto econômico relevante.
  6. Versionamento. O protocolo institucional é registrado como versão customizada vinculada à v1.0, com data, alterações realizadas e responsável.
  7. Parametrização e comunicação. Atualizar kit, prescrição de referência, cadastro e faturamento; comunicar à operadora quando a mudança afetar preço ou contrato vigente.
  8. Monitoramento. Acompanhar os episódios seguintes no previsto × realizado e nos indicadores assistenciais.
Regras da base técnica
Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação. Atualização de preços não altera automaticamente o protocolo. Inclusão de recurso adicional exige definição prévia de técnica, medicamentos, materiais, quantidades e custos antes da implantação. Mudanças entre modalidades já previstas não abrem exceção automática.

Solicitações de mudança de protocolo

Registre cada divergência. O impacto econômico é calculado sobre o custo hospitalar total desta análise e, se houver proposta da operadora, sobre o resultado no pacote.

Protocolo institucional

A versão do protocolo adotada pelo hospital, vinculada à referência Evodux EVX-ORT-ATQ-01 v1.0. A referência não é alterada: o protocolo institucional é uma camada do hospital sobre ela.

Identificação da versão

Alterações em relação à referência Evodux

Onde editar

Regra de uso
Toda alteração de protocolo deve passar pela aprovação de protocolo divergente e pela governança clínica antes de ser ativada. Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação; atualização de preços não altera o protocolo. A análise de contas continua comparando a utilização real com a referência Evodux.

Indicadores

Indicadores assistenciais e econômicos para acompanhar se o resultado econômico do procedimento se sustenta sem comprometer a qualidade.

Eventos assistenciais do período

Janelas de acompanhamento, vínculo com o procedimento e critérios de exclusão devem ser definidos antes da apuração. Com volume pequeno, leia contagens absolutas junto das taxas.

Previsto × realizado

Depois da contratação, registre o realizado por período e compare com o que foi previsto na negociação.

Dashboards

Visão executiva da economia do procedimento. Painéis sem dados indicam o que precisa ser informado.

Metodologia de precificação Evodux

Do protocolo ao custo e ao preço do procedimento e ao resultado econômico do hospital, com rastreabilidade técnica e econômica.

  1. Definição do caso índice e das premissas clínicas de modelagem.
  2. Descrição dos protocolos anestésico, cirúrgico e pós-operatório.
  3. Vinculação das referências bibliográficas às premissas de cada protocolo.
  4. Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos.
  5. Consolidação do custo do procedimento.
  6. Incorporação dos custos operacionais e da acomodação.
  7. Composição de preço do procedimento com impostos e margem hospitalar.
  8. Comparação do preço final com os Benchmarks Evodux.
  9. Governança clínica e roteiro de implantação no hospital.
Base Evodux e regra de customização
Base Evodux: clientes, projetos, protocolos, pacotes e contratos na data-base indicada. Na customização, o hospital pode substituir preços, custos, acomodação, impostos e margem, preservando escopo, quantidades e fórmulas do produto.

A atualização econômica pode ocorrer sem alterar o protocolo quando muda apenas preço unitário. Alterações recorrentes de recurso, população, OPME ou risco exigem revisão da configuração e de suas referências. Essa separação preserva a rastreabilidade e impede que uma condição comercial local se torne, por engano, uma nova premissa clínica do produto.

Camada econômica do hospital

  1. Caso índice e premissas clínicas de modelagem (base EVX-ORT-ATQ-01 v1.0).
  2. Protocolos anestésico, cirúrgico e pós-operatório, com referências bibliográficas vinculadas.
  3. Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos: custo assistencial direto.
  4. Imputação da estrutura hospitalar: centro cirúrgico, RPA, internação, CME, equipamentos, farmácia e logística, overhead e outros centros.
  5. Custo hospitalar total do episódio.
  6. Conta atual em fee for service: faturamento, glosas, receita líquida, tributos, resultado e margem.
  7. Proposta de pacote: receita, resultado, margem, preço de equilíbrio e preço para margem-alvo.
  8. Contexto de mercado pelos Benchmarks Evodux P1, P2 e P3.
  9. Cenários, variabilidade, risco e volume.
  10. Governança, negociação e acompanhamento previsto × realizado.

Fórmulas

GrandezaFórmula
Receita líquidaFaturamento − glosas e ajustes
ResultadoReceita líquida − tributos e percentuais incidentes − custo hospitalar total − repasses
MargemResultado ÷ receita líquida
Preço de equilíbrioCusto ÷ (1 − tributos − outros percentuais incidentes); com glosa esperada g: Custo ÷ [(1 − g) × (1 − tributos − outros)]
Preço para margem-alvoCusto ÷ (1 − tributos − margem − demais percentuais incidentes sobre receita)
Centro cirúrgico no procedimentoTempo utilizado × custo por minuto produtivo; custo por minuto = custo mensal ÷ (horas produtivas × 60)
RPA no procedimentoTempo de RPA × custo-hora RPA
InternaçãoPermanência × custo paciente-dia
Equipamento[(Valor de aquisição ÷ vida útil) + manutenção anual] ÷ horas de uso anuais × tempo no procedimento
Referência Evodux simplificada5% × (custo direto + centro cirúrgico + acomodação)

Conferência: com os valores da base (custo hospitalar R$ 33.621,24, tributos 8,65% e margem 10% sobre a receita) a fórmula de preço para margem-alvo reproduz o preço de referência Evodux de R$ 41.329,12 em apartamento standard.

Proteção de dados

O produto não requer dados de pacientes. Identificadores presentes em arquivos importados são descartados na leitura; o episódio é identificado por código técnico. Os dados informados ficam armazenados com segurança na área do hospital. Recomenda-se que as contas sejam extraídas do sistema hospitalar já sem identificação do paciente.

Disclaimer e limitações

Premissas, limitações e condições de uso.

Natureza do produto
Referência técnico-econômica do custo do procedimento cirúrgico hospitalar; não constitui indicação cirúrgica, prescrição ou protocolo médico obrigatório.
Responsabilidade assistencial
Antibioticoprofilaxia, tromboprofilaxia, manejo de anticoagulantes, técnica anestésica, ácido tranexâmico e demais condutas devem seguir protocolo institucional e julgamento profissional.
Premissas de consumo
As quantidades são premissas econômicas do caso índice e não constituem prescrição individual.
Base Evodux
Custos e Benchmarks apresentados decorrem da metodologia e da base Evodux na data-base indicada e podem variar por região, porte, contratos, produtividade, tecnologia e tributação.
Customização econômica
O hospital pode substituir preços de medicamentos, materiais, OPME, serviços, acomodação, custos operacionais, impostos e margem pelas suas referências próprias. A substituição deve preservar a rastreabilidade da unidade, quantidade, escopo e fórmula de cálculo.
Custos operacionais
Podem ser substituídos pelos custos efetivamente apurados pelo prestador, preservando os direcionadores e sem duplicidade com itens já incorporados ao custo.
Benchmarks Evodux
P1, P2 e P3 são referências de preço por perfil hospitalar Evodux e não garantem preço, saving, remuneração ou resultado financeiro.
Honorários médicos
Cirurgião, auxiliares e anestesiologista permanecem excluídos do preço hospitalar.
Decisão do hospital
O produto fornece informação para decisão. Não recomenda aceitar ou recusar propostas. A análise de contas não conclui sobre adequação assistencial: diferença de utilização é um dado econômico, não um julgamento clínico.

Índice de referências

Mapa rápido das fontes utilizadas no produto e referências completas.

CódigoEscopoReferências
A1-A7Protocolo anestésicoNICE NG157 · PROSPECT 2026 · ERAS · ASA · NICE CG65 · ASA Postanesthesia Care
C1-C5Protocolo cirúrgicoSupra 2023 · NICE NG157 · WHO SSI · NICE TXA · ERAS Society
P1-P6Protocolo pós-operatórioERAS · PROSPECT 2026 · NICE NG89 · NICE NG157/QS206 · Calderwood · ASRA
Rastreabilidade
As referências completas aparecem no encerramento de cada bloco clínico. Cada fonte está associada às premissas específicas que sustenta. Este índice serve para navegação executiva e não substitui as citações detalhadas.
Controle de versão
Versão 1.0 · data-base set/2026 · próxima atualização: março de 2027. Versões customizadas devem registrar cliente, data e alterações realizadas, vinculadas à v1.0. Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação. Atualização de preços não altera automaticamente o protocolo.

Protocolo anestésico

A1
NICE. Joint replacement (primary): hip, knee and shoulder. NG157. London: NICE; 2020.
Aplicação: sustenta anestesia regional ou geral na ATQ eletiva. A escolha depende do paciente, da equipe e do protocolo institucional. www.nice.org.uk/guidance/ng157
A2
Carella M et al.; PROSPECT Working Group. Guideline para artroplastia total do quadril. Anaesthesia. 2026. doi:10.1111/anae.70299. PMID: 42473710.
Aplicação: analgesia multimodal, dexametasona e estratégia poupadora de opioides. Opioide permanece como resgate no protocolo. Atualiza técnicas analgésicas regionais aplicáveis à ATQ. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42473710
A3
Wainwright TW et al. ERAS® Society recommendations for THR/TKR. Acta Orthop. 2020;91(1):3-19. PMID: 31663402.
Aplicação: cuidado perioperatório estruturado, mobilização precoce e recuperação. Inclui manejo de fluidos e organização da jornada assistencial. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31663402
A4
ASA. Basic Standards for Preanesthesia Care. Updated Oct 15, 2025.
Aplicação: avaliação pré-anestésica, revisão clínica e plano anestésico. Documentação pré-procedimento conforme padrão ASA. www.asahq.org/standards-and-practice-parameters/basic-standards-for-preanesthesia-care
A5
ASA. Standards for Basic Anesthetic Monitoring. Updated Oct 15, 2025.
Aplicação: monitorização de oxigenação, ventilação, circulação e temperatura durante anestesia e sedação. www.asahq.org/standards-and-practice-parameters/standards-for-basic-anesthetic-monitoring
A6
NICE. Hypothermia: prevention and management in adults having surgery. CG65.
Aplicação: prevenção de hipotermia, aquecimento e controle térmico. www.nice.org.uk/guidance/cg65
A7
ASA. Standards for Postanesthesia Care. Updated Oct 23, 2024.

Protocolo cirúrgico

C1
Supra R, Supra R, Agrawal DK. Surgical Approaches in Total Hip Arthroplasty. J Orthop Sports Med. 2023;5(2):232-240. doi:10.26502/josm.511500106. PMID:37388321. PMCID:PMC10310317.
Aplicação: descreve vias de acesso na ATQ, incluindo via posterior; via posterior é premissa do caso índice, não recomendação universal. pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10310317/
C2
NICE. Joint replacement (primary): hip, knee and shoulder. NG157. London: NICE; 2020.
Aplicação: sustenta abordagem posterior e checagem de implantes; não obriga fixação, cabeça cerâmica ou liner XLPE. www.nice.org.uk/guidance/ng157/chapter/Recommendations
C3
World Health Organization. Global guidelines for prevention of surgical site infection. 2nd ed. Geneva: WHO; 2018. ISBN 978-92-4-155047-5.
Aplicação: sustenta preparo de pele, clipper quando necessário e medidas de prevenção de infecção do sítio cirúrgico. www.who.int/publications/i/item/9789241550475
C4
NICE. Joint replacement (primary): hip, knee and shoulder. NG157. London: NICE; 2020.
Aplicação: sustenta ácido tranexâmico na ATQ primária eletiva. A via e a composição econômica seguem o protocolo institucional. www.nice.org.uk/guidance/ng157
C5
Wainwright TW et al. ERAS® Society recommendations for THR/TKR. Acta Orthop. 2020;91(1):3-19. PMID: 31663402.
Aplicação: sustenta cuidado perioperatório estruturado, recuperação, manejo de fluidos e organização da jornada, sem impor implantes. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31663402

Protocolo pós-operatório

P1
Wainwright TW et al. ERAS® Society recommendations for THR/TKR. Acta Orthop. 2020;91(1):3-19. PMID: 31663402.
Aplicação: sustenta recuperação perioperatória estruturada e manejo de fluidos e critérios de recuperação. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31663402
P2
Carella M et al.; PROSPECT Working Group. THA pain management. Anaesthesia. 2026. doi:10.1111/anae.70299. PMID: 42473710.
Aplicação: analgesia multimodal, dexametasona e estratégia poupadora de opioides com resgate. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42473710
P3
NICE. Venous thromboembolism in over 16s: reducing hospital-acquired DVT/PE. NG89. London: NICE; 2018.
Aplicação: avaliação de risco de TEV/sangramento e definição de profilaxia para artroplastia eletiva do quadril. www.nice.org.uk/guidance/ng89
P4
NICE. Joint replacement (primary): hip, knee and shoulder. NG157. London: NICE; 2020. QS206, Statement 5.
Aplicação: reabilitação na internação, mobilização precoce e orientação para continuidade assistencial antes da alta. www.nice.org.uk/guidance/ng157
P5
Calderwood MS et al. Estratégias para prevenir infecção de sítio cirúrgico. Infect Control Hosp Epidemiol. 2023;44(5):695-720. PMID:37137483.
Aplicação: profilaxia pré-incisão, dose por peso e suspensão ao fechamento. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37137483
P6
Kopp SL et al. Anestesia regional em pacientes em terapia antitrombótica. ASRA guidelines, 5ª ed. Reg Anesth Pain Med. 2025. PMID:39880411.
Aplicação: segurança neuraxial em pacientes anticoagulados. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39880411

Cenários salvos

Guarde versões da análise para comparar, duplicar, editar e restaurar: referência Evodux, cenário hospital, conta atual, negociação, contraproposta, contratado, previsto e realizado.

Rastreabilidade

Cada indicador com o dado de origem, a fonte, a premissa, a fórmula e o resultado. Nenhum dado ausente é tratado como zero sem aviso.